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Venezuela condena ações do Governo Estadunidense contra o vice-presidente Tareck El Aissami PDF Imprimir E-mail
Escrito por MPPRE   
Qui, 16 de Fevereiro de 2017 09:29
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COMUNICADO OFICIAL

PORTUGUÊS   / traduçao não oficial 

 

REPÚBLICA BOLIVARIANA DA VENEZUELA
MINISTÉRIO DO PODER POPULAR PARA RELAÇÕES EXTERIORES

COMUNICADO

 

A República Bolivariana da Venezuela rechaça, protesta e condena energicamente as ações arbitrárias e extraterritoriais perpetradas pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC) do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos da América contra o vice-presidente da República Bolivariana da Venezuela, Tareck El Aissami.

Essas ações, que pretendem validar a existência vulgar e inadmissível de um direito imperial, dotando de poderes policiais especiais entidades do governo estadunidense, carecem de legalidade internacional e violam flagrantemente o Direito Internacional Público, as instituições internacionais e os princípios fundamentais que regem a comunidade de nações, tais como o respeito à igualdade soberana e o princípio de imunidade dos Estados, constituindo uma grave agressão à Venezuela.

Constituem, além disso, uma infâmia contra uma altíssima autoridade de Estado e, sem dúvida, um falso positivo contra um venezuelano decente e digno, cujas acusações não encontram sustentação alguma na realidade, conformam uma mentira grotesca do Império estadunidense para agredir e formam parte de uma trama internacional para atentar contra uma alta investidura e impedir o exercício de suas funções.

A agência estadunidense, que pretende reger além de seu âmbito territorial, atua impunemente por meio da DEA, conhecida amplamente por sua descarada contribuição à produção e tráfico de drogas com os cartéis mais notáveis do narcotráfico colombiano e do mundo. Desde o fim das relações com a DEA, em 2005, a Venezuela conseguiu expropriar uma média anual de 55,7 toneladas de droga, aumentando sua eficiência em 60%, razão pela qual a Organização das Nações Unidas (ONU) reconheceu-nos como um dos seis países que mais confiscam drogas no mundo e livre de cultivos ilícitos em território nacional. A Venezuela é um dos poucos países do continente que promulgou uma lei para a interceptação, inutilização, imobilização e dissuasão de aeronaves que servem ao tráfico internacional de drogas, afetando mais de cem aeronaves.

O Vice-presidente Executivo da República Bolivariana da Venezuela é um proeminente perito criminologista, reconhecido por sua destacada gestão à frente da segurança cidadã durante a presidência do Comandante Hugo Chávez, por seu firme combate ao narcotráfico e ao para-militarismo colombiano, que levou à justiça mais de cem chefes do narcotráfico e entregou aos EUA 21 narcotraficantes cujas extradições foram solicitadas internacionalmente.

Este ilícito internacional, cometido por agências executivas estadunidenses, é um fato sem precedentes em nossas relações bilaterais. O Encarregado de Negócios da Embaixada do EUA na Venezuela, que dedicou sua gestão a subverter a ordem constitucional de nosso país, tenta oxigenar a fraca e extinta oposição venezuelana extremista para consumar um golpe político contra a institucionalidade democrática da Venezuela.

Com esta agressão gravíssima se pretende vulnerabilizar a esfera soberana do Estado venezuelano, e violenta-se o direito à honra, à reputação, à dignidade e aos direitos humanos do vice-presidente Tareck El Aissami.

É lamentável e altamente perigoso que a burocracia estadunidense, em conluio criminoso com integrantes violentos e extremistas da oposição venezuelana, encaminhe as relações da nova administração a perpetuar os erros históricos cometidos pelo ex-presidente Barack Obama contra a Venezuela.

Somos um povo de paz, amante dos princípios da autodeterminação e do respeito à soberania, assim como apegados à ordem e ao Direito Internacional. Com a mesma determinação, dizemos que não toleramos nem toleraremos agressão alguma contra nosso território, contra o nosso direito a sermos livres, nem contra nenhum irmão nascido nesta terra de homens e mulheres dignos e herdeiros da glória de Simón Bolívar e Hugo Chávez.

Caracas, 14 de fevereiro de 2017

 

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